quarta-feira, 17 de maio de 2017

Doce Gotinha

No dia 16 de Maio de 2016 o Auditório Eunice Munõz, em Oeiras, abriu as portas para quem quis assistir à narração encenada da obra Doce Gotinha. Antes, no mesmo dia, já a Catarina tinha subido três vezes ao palco, com o teatro cheio de crianças das escolas. Agora também os adultos podiam assistir. Porque não aceitar o convite para viajar numa história infantil? Ficar leve, leve, soltar-nos da terra e viajar até às nuvens, como uma gota de chuva. Aos crescidos também nos é permitido e faz-nos tão bem. É de ver, ouvir, cantar, e repetir, e deixar a imaginação levar-nos como a uma criança.

Esta história da Doce Gotinha é o ciclo da água contada pela Catarina com o jeito mágico dela: molha as letras secas com a boca, estende os braços como uma árvore, e as palavras ditas ganham uma vida, com voz e corpo. Se não fosse suficiente para arrancar a imaginação, à frente correm as gotas de água, e as flores, e os humanos Gastões: são os desenhos animados do Alberto Faria projetados na tela que cobre toda a boca de cena; do piano pingam os sons compostos pelo Emanuel de Andrade; e na voz, a fazer parceria com cantigas, está o José Pedro Gil.

Este é o regresso dum projecto que surgiu em 2011 com o apoio dos Serviços Municipais de Água e Saneamento (SMAS) de Oeiras e Amadora. Nesse ano foi editado um CD com as músicas, sendo que quem deu a voz às canções foi a Maria João, e o José Pedro Gil encarregou-se da narração. O objectivo, para o futuro, é levar o projecto a mais escolas e teatros.

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